Muscle Car

Muscle Car
71' Dodge Challenger 440cv 7.2 L V8

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Chevy Camaro

Primeira Geração

Quinta Geração
Em se tratando de Muscle car, este com certeza não pode ficar de fora, Chevy Camaro! Antes de seu lançamento em 1966 a GM fez uma conferência, falando sobre o novo carro que entraria em linha no ano seguinte, depois de revelado o nome, a imprensa perguntou: - o que significa “Camaro”? no que responderam: - um pequeno animal vicioso que come Mustangs, e não houve mais duvidas sobre quem seria seu eterno rival, chegou com um novo sistema de tração traseira e com um V8 de 6.5 L  no top de linha, surge o camarada dos muscles. Devido ao “Plataform-Sharing” tinha a plataforma e grande parte dos componentes iguais ao do Pontiac Firebird , a primeira geração teve um bom numero de vendas, sendo que o mercado para este tipo de veiculo estava bem aquecido na época, mas não durou muito, pois em 1973 com a segunda fase da crise do petróleo e as leis de emissão de poluentes mais rigorosas, as montadoras foram obrigadas a diminuir a potência dos carros, porem agregando mais conforto e luxo. Mas isso não acabou com a diversão ao dirigir, o modelo SS 350 71” foi considerado um dos dez melhores carros do ano, a segunda geração foi fabricada de 1970 a 1981, sendo visualmente muito diferente da primeira, porem suas atualizações não agradaram muito o publico, e com uma grande queda nas vendas, surge a necessidade de uma mudança geral no carro. A terceira geração 1982/1992 foi completamente inovadora, com o crescente avanço na tecnologia automotiva, esta foi a primeira versão  a oferecer sistema de admissão/injeção de combustível de fabrica, e também a ter um modelo Hatchback, era 227 Kg mais leve que a geração anterior e sua suspensão melhorada fazia curvas com muito mais facilidade que as versões anteriores, A quarta geração 1993/2002 tinha basicamente as mesmas características desde o primeiro modelo, um cupê com tração traseira, e opção de motores V6 e V8, mesmo com um visual novo, e novas tecnologias empregadas o Camaro teve grande queda nas vendas, devido a mudança no perfil dos consumidores e com o intuito de preservar o seu nome a GM o tirou de linha, pois assim ele poderia retornar em uma época mais propícia, e é em 2006 no salão de Detroit que aparece o primeiro modelo conceito que viria a se tornar a quinta geração sendo fabricada desde 2009 até os dias atuais, seu visual que demonstra claramente uma releitura do primeiro modelo é agressivo e impõe respeito, chegando a ganhar o titulo de melhor design em 2010, e francamente, é impossível ver um Camaro na rua é não ficar de queixo caído, extremante confortável e seguro, possui três versões: LS, LT e SS, embora no Brasil seja vendida apenas a SS, que conta com um motor V8 6.2 litros com 406 cv a 5600 rpm, veio uma nova tecnologia para melhorar a economia, a AFM (Active Fuel Management) um sistema que desliga metade dos cilindros do motor caso haja pouca aceleração, embora quem possui um raramente vai querer economizar na gasolina, com tantos atrativos o Camaro virou líder no seu seguimento e sonho de consumo de muitos.

sábado, 5 de fevereiro de 2011


Ford Maverick

Clássico Motor 302-V8 4.9 L
Muitos pensam que o Maverick é um autêntico Muscle Car Brasileiro, porém foi criado nos Estados Unidos onde atingiu grande popularidade durante seus anos de produção que foram de 1969 a 1979, chegando ao Brasil apenas em 1973, não foi um sucesso de vendas por aqui, mas tornou-se “Lendário” de qualquer jeito. Como a crise do petróleo ainda não havia acontecido no fim dos anos 60 o conceito dele era ser um carro compacto barato e “econômico” para o padrão do país na época é claro. No Brasil a GM com o lançamento do Chevrolet Opala ganhou grande parte do mercado de carros médios de luxo, e a Ford de olho no seu concorrente resolveu então trazer o Maverick. Foi Apresentado inicialmente em três versões: Super, Super Luxo e o GT, os dois primeiros vinham com o motor Seis cilindros em linha ou opcionalmente o V8, podendo ter câmbio manual quatro marchas ou automático de três marchas na coluna de direção, o GT que era a topo de linha e tinha produção limitada se destacava externamente pelas faixas laterais adesivas na cor preta, capô e painel traseiro com grafismos pintados em preto fosco, rodas mais largas, um par de presilhas em alumínio no capô e, internamente um conta-giros sobreposto à coluna de direção do volante, esta versão vinha equipada com o clássico motor V8 302 polegadas 4.9 L com 199 hp de potência bruta (também usado para equipar algumas versões de Mustangs nos EUA). Porém toda sua Glória foi sendo “desmascarada” com os sucessivos testes aplicados no carro, eram alvo de criticas o pouco espaço traseiro nas versões de duas portas, assim como a má visibilidade traseira devido ao seu formato Fastback, a versão sedã de quatro portas não continha nenhum desses dois defeitos, mas a preferência do publico na época eram os carros de duas portas, Mas dentre todos esses defeitos o que sofreu maior critica foi sem dúvida, o Motor Seis Cilindros herdado do Willys/Itamaraty. Com pouca potência ele fazia de 0-100 km/h em mais de 20 segundos e seu consumo era muito elevado, o que rendeu ao Maverick a fama de beberrão e pesou muito nos anos da crise do petróleo, a opinião pública já dizia “andava como um quatro cilindros e bebia como um oito”, na verdade em algumas faixas de velocidade bebia até mais que o motor oito cilindros. Em 1975, quando a fábrica de motores da Ford foi terminada em Taubaté-SP o antigo Seis cilindros foi abandonado pelo famoso propulsor Georgia 2.3 OHC, era um 2.3 L de quatro cilindros em linha, tinha melhor aceleração e menor consumo, porém o questionamento que ficou no ar foi “ se o seis cilindros já era fraco, como um de quatro cilindros poderia ser melhor?” e tudo isso contribuiu para o rápido declínio do Ford Maverick. Ainda em 1975 a Ford lançou no Brasil o Maverick Quadrijet uma verdadeira Lenda para os amantes de velocidade, o motor era equipado com um carburador de corpo Quádruplo, coletor de admissão, apropriado, comando de válvulas de 282° e taxa de compressão elevada, aumentando a potência de 135 cv  para 185 cv chegando a uma incrível aceleração de 0-100 km/h em apenas 6,5 segundos com velocidade máxima de 205 km/h, sendo o primeiro carro em série no Brasil a ultrapassar os 200 km/h. No modelo 77’ também denominada de Fase 2 do Maverick, vieram algumas alterações estéticas no interior grade dianteira, e novas lanternas traseiras maiores, na parte mecânica o sistema de freio se tornou mais eficiente, o eixo traseiro com bitola mais larga e suspensão revista para o uso de pneus radiais, nesta fase foi introduzida a versão LDO (Luxuosa decoração opcional), o motor 302-V8 se tornou opcional em todas as versões, inclusive na GT que passou a ser oferecida com o 2.3 OHC. Parou de ser produzido em 1979 chegando à marca de 108.106 unidades produzidas.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011


Dodge Viper

V-10 8.4 L 608 cv
É com muito pesar que começamos 2011 sabendo que a “Víbora” não será mais produzida em linha, mas sempre estará bem guardado, seja em nossos “corações” ou para os mais sortudos, dentro de suas garagens. Elementar meu caro V-10, você é a alma do negócio. Toda a “Beleza” deste excepcional motor é muito bem retratada no Dodge Viper, não é a toa que esta motorização esta presente em todas as gerações, assim como também tiveram a mesma marcha de 6-velocidades e transmissão manual, os modelos estiveram em produção de 1992 – 2010, dentre os quais o coupé e a roadster, todas em duas portas. O Viper foi concebido com o propósito de assumir o cargo de um clássico americano, o saudoso AC Cobra (percebem a semelhança até no nome?) o trabalho foi muito bem feito é claro, uma vez que ele se tornou um símbolo de potência, agilidade e também de desejo dos motoristas norte-americanos. Embora os motores sempre tivessem 10 cilindros em V, eles foram aprimorados a cada geração, o primeiro era um 8.0 L 20 válvulas, possuía 405 cv a 4600 rpm e torque de  62,3 kgfm, com aceleração de 0-96 km/h em apenas 4,7 segundos, um verdadeiro “Bote” para um carro da época, e o ultimo a ser produzido foi um 8.4 L 20 válvulas, porém possuía 608 cv a 6000 rpm e torque de 75,8 kgfm, isso tudo fez com que o Viper SRT/10 chega-se a uma velocidade máxima de 325 km/h. Não há duvidas ele sempre foi um automóvel “espartano” não basta querer pilotar um Viper, você tem que seguir a linha do carro, quando se fala muscle car , pois acredite você precisará de músculos para pilotar ele, e para demonstrar isso ainda mais claramente foi desenvolvido o Viper ACR, uma versão street legal, para se ter noção para diminuir o peso do carro foi retirado até o rádio e alto falantes, a aerodinâmica foi aprimorada, foi colocado pneus de corrida, o motor continha o mesmo V10 8.4 L de 608 cv, porem as modificações fizeram ele alcançar uma aceleração de 0-100 km/h em apenas 3,4 segundos, a pouco tempo foi criado ainda a versão ACR-X mas desta vez com 640 cv, porém exclusivo para as pistas, dados sobre aceleração/velocidade não foram confirmados. A última unidade saiu da fabrica em 1º de julho de 2010, pintado na cor dourada foi vendido a um casal americano que possui mais de 40 Dodge Vipers, a produção foi finalizada devido ao fato das baixas vendas no mundo inteiro.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Chevrolet Chevelle

Não tem como negar,o chevelle foi e sempre será um dos maiores e mais reconhecidos "Mucles Cars". Produzido em três gerações de 1963 até 1977,sendo um carro com um boa mecânica e design,foi usado como base para muitos outros veículos como: Laguna,El camino,Monte Carlo,Malibu,etc.
        Por possuir varias versões como: SS, conversível e até uma perua,chegou rápido ao gosto do consumidor norte americano.A versão mais potente já lançada foi a SS LS5 454 com 450 cv a 5600 rpm, um motor 7.4 L e um torque "grotesco" de 69,1 m.kgf fazendo o motorista sentir cada vez mais vontade de pisar fundo. Um carro o qual o publico alvo eram os jovens e lançado em uma época em que a potência era um dos maiores requisitos em um carro,porém com o passar dos anos e também devido  a crise do petróleo em 1973 a GM acabou tornando o chevelle um carro mais familiar, com menos potência e com 4 portas surge o chevelle malibu, Atingindo seu auge dos anos 1968-1970 foi em 1977 que para desgosto dos fãs de muscle cars sua produção foi definitivamente encerrada.